quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Espírito Natalino

Como muitos de vocês sabem não sou uma pessoa muito religiosa. Na minha opinião ainda acho que as pessoas misturam muito as estações.
Natal teoricamente é uma celebração ao nascimento do menino Jesus, isso segundo o Catolicismo. Mas para mim, o Natal não tem muita essência..... na verdade acho que ninguém ao certo sabe como celebrar.
Mas celebrar o que? Somente a visão religiosa...visando a fartura, porém a quantidade de comida corresponde ao pecado da gula. Eu realmente não entendo.
Mas esse post não será uma critica à essa celebração, muito pelo contrário, sou a favor de incentivar abraços calorosos, palavras de carinho e boas ações, mas não que sejam realizados somente uma vez ao ano. Que as pessoas tenham compaixão umas com as outras, que abraços calorosos, palavras de afeto se repitam com maior frequência. Que façamos disso um hábito, para poder mudar aquilo que nos cerca....tornar melhor nossa vida diária...... Que sonhos sejam criados, que o desejo de realiza-los seja ascendente sobre nós. Quando fechamos os olhos é possível viajar o mundo por completo.
Que neste natal, você e sua família possam se abraçar a sentimentos e não priorizar valores e status. Celebramos a verdade, o carisma e a compaixão.

Então, ai sim FELIZ NATAL.

sábado, 5 de novembro de 2011

Eu preciso escrever.....

Não existe uma dor mais intensa ou menos intensa. Independente da dor, aquele que sente determina sua intensidade. Pode ser pela alegria ou pela tristeza. Há aqueles que sofrem a dor do abandono, outros que a sentem por abandonar a alguém. Um coração partido nunca mais será um coração sadio. Ele poderá abrir sua ferida e sangrar a qualquer momento. Uma ruptura frágil e toda uma vida se vai. Amor próprio não cabe à quem está ferido. O recomeço á mais difícil do que a 1ª tentativa. Mas vamos lá a vida é um ciclo e as cicatrizes são eternas!
As lágrimas já estão cansadas de cair sempre pelo mesmo motivo, um dia até ela ira te abandonar.
Transformar o que se sente é difícil.

*Desabafo de um coração partido.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Admito....

"Admito que doeu, que me sufocou. Admito que eu não sabia pra onde correr. Admito que me consumiu, que me corroeu, que me despedaçou. Mas também admito me fez olhar pra frente e entender que tudo nessa vida tem uma razão, e que se você se machuca muito, começa a não doer mais tanto."
Caio Fernando Abreu




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Surpresas da vida

Não sei como começar esse post! Mas hoje senti muitas das reações que a vida nos oferece. Um misto de alegrias e tristezas, saudades, enfim..... A vida tem dessas.
Difícil de entender.... gostoso de sentir! Medo palavra que define o novo! Ainda é muito cedo! Logo passa.

sábado, 1 de outubro de 2011

Voltar no tempo

Se eu pudesse realmente voltar no tempo acho que faria muitas coisas novamente, só que de uma forma diferente. Teria sido menos agressiva com as pessoas que eu realmente gosto e mais despreocupada com aquelas que nem conheço. Teria a coragem que não tenho hoje de enfrentar diversas situações, mesmo que as vezes por medo, mas não deixaria de tentar. Daria menos importância a pequenos detalhes. Demonstraria mais carinho e afeto. Choraria menos e riria de tudo o que me fez chorar. Encararia a morte como um recomeço. Ao invés de sentir saudades, iria mata-la! No lugar de só observar passivamente os fatos, iria atuar ativamente. Viveria de sonhos. Sonharia com os pés no chão, mesmo que a realidade não me possibilitasse a tudo isso. Tentaria, erraria, doaria. Não me permitira a uma desculpa sequer. Encararia desafios e os lançaria a quem quisesse desbrava-los comigo. Eu simplesmente, hoje, vejo a necessidade de mudar. Vejo a necessidade de agir. Calmamente o farei. Não irei passar por cima de ninguém. Aos poucos irei me permitindo, certo ou errado, mas me permitindo. Viver é o esporte mais radical que existe, logico isso na minha humilde opinião. Agradecer por cada dia já vivido, me preparar para os que estão por vir.
   *Escrevi tudo isso pesando na minha vida! Força! É tudo o que precisamos (Erica).
                                                                                                                        
                                                                                                                       

sábado, 3 de setembro de 2011

A Arte de ser feliz



Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.